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Quando a gente soube que ia pros Estados Unidos a primeira coisa que eu pensei foi “tenho que dar um jeito de ir pra NY”! Eu e Deyna ainda tentamos arrastar outros amigos pra ir com a gente, mas no fim fomos só nós duas com a cara, a coragem e um pocket guide marcadinho com os locais indispensáveis pras duas.

No primeiro dia praticamente só andamos pelo Central Park. Eu imaginava que era grande e tal, mas o lugar é gigantesco! A gente atravessou o lado leste todo do parque, mas na metade do caminho eu já estava pedindo arrego! Foi luta pra essas duas sedentárias andar tanto! Mas só por aquelas tulipas lindas já valeu a pena.

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Uma coisa que eu gosto muito de fazer quando estou longe de casa é sentar num lugarzinho e observar as pessoas, e o Central Park é perfeito pra isso, a gente riu bastante com uns pivetinhos jogando baseball e pegando altas brigas também. Outra coisa imperdível é comer um daqueles famosos hotdogs que eu podia jurar que não prestavam, mas na verdade são deliciosos, hhuuummm!!!!

Uma grande decepção pra mim (além do lugar que ficamos hospedadas) foi a Estátua da Liberdade. A gente saiu logo cedo e fomos pra lá querendo se sentir realmente em NY, quando eu vejo aquela tripinha naquele dia cinzento, tive uma crise de riso (naquele estilo rir pra não chorar!). Eu imaginava que a Estátua fosse mais próxima, meio como o London Eye visto do outro lado do Tâmisa, e não aquela coisinha tamanho souvenir! O jeito foi pegar um boat pra chegar mais perto (o ferry pra descer na ilha era totalmente fora de cogitação, a fila era sem fim! Sem chances pra quem tinha pouco tempo como nós). Foi ótimo ter feito isso, senão tínhamos voltado sem ter visto mesmo a Estátua da Liberdade. Mas as minhas fotos ficaram ridículas, um vento desgraçado, só tem fotos de uma juba em cima da minha cabeça com a Estátua ao fundo (por isso que Belita sugeriu nos comentários do post anterior que eu colocasse um foto aqui! Amiga você, né? hunf! Eu vou me poupar dessa humilhação pública hihihi).

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Outro lugar que visitamos foi o Madame Tussaud’s, o museu de cera. O programa é ótimo, mas não pra quem já conhece, apesar de algumas salas serem diferentes, no geral é tudo a mesma coisa. Mas valeu por ver que Brad Pitt de NY é mais bonito que o de London, comparem:

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E ainda tinha Jack Sparrow =] Apesar daquela bandida da funcionária do museu não ter deixado a gente tirar foto do lado dele, só se fosse a foto oficial, que custava $9. No way!

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Uma sugestão que eu dou é levar uma bateria extra pra máquina fotográfica, são muitos famosos num canto só =D. A gente se viu doida quando a bateria acabou e ainda íamos passar o dia batendo perna pela cidade! Um sufoco só!

Ai, vou fazer esse post em duas partes porque está ficando muito grande!!! Amanhã posto mais…

NY

Eu e minha amiga Deyna fomos pra NY esse ano, uma viagem assim ultra-hiper-mega rápida, mas que valeu muito a pena. Um colega nosso está indo pra lá esses dias e veio perguntar como foi e talz, daí resolvi contar um pouquinho aqui. Tipo, nem de longe tenho a pretensão de tornar esse post em algo como ‘dicas de viagem pra NY’, estou só dividindo nossa experiência.

A coisa mais importante de tudo é programação. Nova Iorque é enoooorme e tem 500 mil coisas pra fazer por lá. O segredo é colocar no papel tudo que você quer visitar, organizar um roteirinho e se conformar que você vai precisar voltar lá bem mais de uma vez pra conhecer tudo que estava na sua lista original. Como só tínhamos 3 dias, dividimos os passeios pela localização, assim começávamos a manhã de metrô e o resto do dia era praticamente só batendo perna.

Isso é outra coisa importante, não ter preguiça de andar! Às vezes até dava pra gente pegar um metrô de um ponto pro outro do nosso roteirinho, mas a cidade é tão legal que fazia pena deixar de conhecer um pouquinho mais e ir caminhando – sem contar que a gente acabou achando várias lojinhas bem legais no caminho. A gente andou tanto que no aeroporto de volta pra “casa” as pernas quase não obedeciam, foi nó! Povo sedentário que vai pra NY, comece a fazer umas caminhadinhas no parque ou na esteira mais perto da sua casa.

Falando em metrô, o Subway de NY é meio complicadinho. Não basta se orientar nas corezinhas da linha que você precisa pegar e se ligar na estação que vai descer. Ainda tem uns esqueminhas de uns números, e a gente sempre tinha que descer em uma estação pra trocar de metrô. Tipo, nada difíííícil, mas que não é tão simples quanto os outros metrôs que já tinha usado e precisei pedir ajuda a um carinha. Depois que você entende é simples. Tipo, eu sou muito visual, não sei explicar as coisas falando, só mostrando no mapinha, então relevem essa “explicação” acima.

Uma coisa muito importante e ficou pra última hora e quase que a gente se fu… Reserva da hospedagem. Acomodação de gente lisa é albergue, já tinha usado o site Hostelword.com em Londres e gostei muito na época. O site continua ótimo, mas a gente decidiu essa viagem meio que de última hora e não tinha muita opção de hostel com vagas. Daí a gente pecou em dois pontos: primeiro, nem pesquisamos sobre o bairro onde ficava localizado o hostel que achamos; e segundo, não ligamos pra lá confirmando reserva. Resultado: ficamos num bairrozinho meio suspeito, tipo, não aconteceu nada, mas a gente ficava com medo de sair à noite (então acabamos perdendo muita coisa) e mesmo de dia fazia de tudo pra andar o menos possível por lá – e isso rendeu muitos ‘I hate NY’ da minha parte.

Outro problema foi que o site estava com um problema na semana que viajamos e o hostel não recebeu nossa reserva. Chegamos lá e eles disseram que estava tudo lotado e talz, eu prestes a dar um chilique, mas depois de algum estressezinho eles acabaram arranjando lugar pra gente dormir. Ficamos em quarto misto, o que na verdade nem foi problema no fim das contas, todo mundo é bem na sua e o povo só dá as caras mesmo pra dormir. No fim tudo deu certo, mas poderia ter sido mais light se tivéssemos sido mais organizadas. Da próxima vez que formos por lá (né, Deynitxa?), vamos ficar num hostel perto da Times Square. Aí a night em NY que nos aguarde =D

Amanhã eu falo um pouco do que a gente gostou (e não gostou também) em NY.

Why, God, why?

Por que sempre que eu derrubo comida no chão é o melhor pedaço?
Por que sempre que eu vou pegar jujuba a da vez nunca é a de morango?
Por que sempre que eu vou almoçar no Giraffas está faltando justamente o que eu quero?
Por que sempre que eu vou usar o computador a pilha do mouse acaba e eu tenho que usar aquele mouse chatinho do laptop?
Por que sempre que eu vou postar e/ou ler os blogs a internet de casa não funciona?
Por que essas coisas só acontecem comigo?

** **

Sem tempo algum de entrar na net do trabalho (só na hora do almoço como agora) e em casa aquela pitomba só me faz raiva! Ainda bem que eu dormi muito e ri mais ainda esse final de semana então deu pra sobreviver sem internet. Cheguei até de bom humor em plena segunda-feira =]

Chegando nos 30

Mais de duas semanas sem conseguir dormir direito. Com uma noite prometendo ser outra daquelas, apelei pra uma coisa que nunca faço na vida: tomar remédio. “Mas eu não tenho remédio pra dormir, e agora? Ah! Tem Dramin, deve servir!” Se foi psicológico eu não sei, mas foi a primeira noite bem dormida depois de dias…

De manhã Marido me chama umas 4 vezes até conseguir levantar da cama. Banho em slow motion, vestindo a roupa idem, troca o sapato umas 3 vezes sem se decidir, Marido grita da sala dizendo que temos 3 minutos pra sair de casa (quem tem que bater ponto é assim, horário mais que cronometrado), e eu penteando o cabelo com um olho aberto e outro fechado, até uma coisa chamar a minha atenção e eu acordar de vez:

Eu: ‘O que é issoooooo? Maridooooo, peramordedeus, corre aqui que é muito urgente!!!!’
Marido esbaforido: ‘O que foi?’
Eu: ‘O que é isso? É um cabelo branco?’
Marido soltando fumaça: ‘É um fio branco sim! O fio é enorme e está inteirinho branco! Agora vamos embora que a gente tá mais que atrasado!’
Eu pensando, ainda atordoada com a descoberta: ‘Como assim vamos embora? Gente, um cabelo branco!!! Calma, Paulinha, respire! Tudo bem, é só um. Diz que se arrancar ele volta com uns amigos, então deixa ele aí quietinho que nem dá pra notar. ’

No trabalho fui comentar essa história com as meninas e a conversa continuou sobre cabelo branco e talz. Daí uma das meninas chegou bem depois e sentou a um 1 km de distância de mim e perguntou: ‘Vocês estão falando disso por causa desse cabelo branco de Paulinha?’
Pára tudo! Como assim, genteeeeee! Dá pra ver dessa distância? Mimatagora!!!!

Só porque eu fui pro salão ontem fazer uma escova – sabe aquele dia que você acorda com espírito de Gisele Bündchen e está a fim de se sentir? Eu no salão me olhando no espelho e pensando: ‘Meu cabelo tá tão bom assim natural. Nunca mais eu jogo tinta nele. Só quando tiver branco, aí não tem jeito… ’ Putz! Que boca maldita!!!

Tinha uma doidinha na cadeira do meu lado descolorindo o cabelo pra pintar daquele loiro quase branco, sabe? Será que tem alguma chance da mulherzinha ter usado a mesma escova nas duas e daí descoloriu só um fiozinho meu?

Três mocinhas do amor

Lá em casa eu reinava absoluta no lar, altamente paparicada, até aparecer minhas irmãs quando eu tinha 4 anos. Agora imagina, se irmão mais velho é escanteado com a chegada de um mais novo, chegando logo dois, a cara de um e focinho do outro – e isso numa época pré-tratamentos-para-engravidar, que não era muito comum ver gêmeos por aí – vocês acham que alguém olhava pra minha cara? Não, né?!

Então guardei toda a minha raiva pra descontar quando elas crescessem huaauhauhahuahauha [risada maquiavélica]. Brincadeira, gente! Mas eu me aproveitei bastante da situação de irmã mais velha com não apenas uma, mas duas irmãzinhas de uma vez só.

Quando elas eram bem pequenas eu fazia as coitadas de serviçais, quando eu chegava da escola cada uma ficava com um pé pra tirar meu sapato e meias, depois uma tirava a saia e a outra a blusa (preguiçosa é pouco, né?). E as lesinhas coitadinhas faziam absolutamente tudo que eu queria, até o dia que minha mãe reclamou comigo e eu abri essa bocona pra dizer que ‘besta eram elas que faziam’ e as duas escutaram. Se tivesse ficado quieta talvez estivesse usufruindo da criadagem gratuita até hoje (assim pelo menos Marido não ia precisar passar ferro nas roupas).

Eu também lembro que eu batia que só nas coitadas e minha mãe vivia dizendo que quando elas crescessem iam se juntar e dar uma surra em mim. Como praga de mãe pega mesmo, depois de um tempo elas aprenderam a me bater a distância – qualquer objeto que estivesse ao lado delas era utilizado pra não me deixar chegar perto e isso ia da chuteira do meu pai até cabo de vassoura!

E pra não apanhar umas das outras e ainda por cima apanhar da mãe, a gente criou o código da escravidão. Sempre que alguém descobria o que a outra aprontou, as duas assinavam um termo que dizia que a infratora seria escrava por toda a vida de quem estava ameaçando delatá-la. A irmã que não estava envolvida na confusão assinava como testemunha. Daí a gente se aproveitava o máximo que podia: “vai pegar água pra mim”, “coloca aí no programa da Xuxa” (na época que não tinha controle remoto, né?), “vai amassar banana com leite ninho e nescau pra mim”, essas coisas. Claro que esse pra toda vida durava até a dedo-duro cometer algum delito (então as duas ficavam quites), ou até a escrava encher o saco mesmo e pagar pra ver.

Nós brigávamos mooooito, mas brincávamos mais ainda, juntávamos duas camas para dormir as três juntinhas, fazíamos revezamento para fazer os gostos de quem estivesse doente, partíamos pra cima de quem dissesse pelo menos que a outra era feia e protegíamos umas as outras até de cachorro de meio de rua. Enfim, fazíamos tudo que todo irmão faz =]

Osesp em JP

O que música clássica e pés na areia têm em comum? Meu final de semana!

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo se apresentou sexta-feira na praia de Tambaú em João Pessoa, e, é claro, que eu e Marido não podíamos perder!

Achei ótimo um evento desse nível acessível para todos e a galera comprou a idéia mesmo, a praia estava cheeeeia! Gostei como o maestro John Neschling criou um ambiente bem informal, sempre interagindo com o público. Foi a primeira vez que assisti um concerto assim ao vivo, e não tem como não se emocionar!

Eles começaram com o Hino Nacional e eu quase tinha um treco ouvindo aquela multidão cantando e a gente atrás de um espaçinho pra estacionar! Foi nó! O Bolero de Ravel, que é marca registrada de João Pessoa*, foi a música mais aplaudida.

Um show a parte pra mim foi um gurizinho de uns 4 anos que passou a noite dançando e rolando na areia ao som de Tchaikovsky, Strauss e outros. A mãe morta de vergonha, quase não assistiu o concerto direito só reclamando com o menino, mas eu achei tão interessante a espontaneidade dele! Por que pai e mãe também têm que reclamar de tudo? O coitado só estava dançando, não atrapalhou ninguém, e foi a maneira dele expressar que estava gostando da música, né? Eu achei o máximo!

Bem, resumindo a ópera, eu adoreeeeei o concerto! Marido só fez vídeos, mas procurando na net algumas fotos de sexta, acabei caindo nesse blog aqui (que eu achei muito legal, by the way).

E essa semana vai ter a Companhia Russa de Balé apresentando ‘O Quebra Nozes’, e eu vou ter um filho colorido se eu não conseguir ir!!!! Mas infelizmente tudo conspira pra que isso aconteça… =(


* Pra quem não conhece, o pôr-do-sol em Jampa vem com trilha sonora =] Na Praia do Jacaré, todos os dias você pode assistir o pôr-do-sol ao som de saxofone e violinos tocando o Bolero de Ravel. A duração da música é justamente o tempo que leva para o sol se pôr. Visita obrigatória para quem for a JP. Além de ser super romântico ;)

Conversas de Marido

Desde que casamos eu e Marido mandávamos as roupas sujas para uma lavadeira. Insatisfeitos com os serviços prestados e prontos para acabar com vários aborrecimentos que tínhamos, resolvemos comprar uma lavadora.

Depois de duas semanas na nova experiência, eu na net lendo uns blogs, Marido passando ferro nas roupas que lavou, vem todo satisfeito mostrar o resultado do seu trabalho:
-Olha só como ficou bem passada! Cheira essa blusa! Tô adorando essa história de passar ferro, a gente fica aqui colocando os pensamentos em dia… É uma terapia!
-Marido, então aproveita e dá uma estiradinha aqui nessa blusa pra eu ir trabalhar amanhã.
-Ah, não dá! Meus problemas eram pequenininhos, já recebi alta!

Mudando de departamento na empresa. Em fase de treinamento. Trabalhando mooooito. Uma pilha de papel em cima da mesa. 55 mensagens não lidas no email da empresa. Sem tempo pra respirar. Nem pra checar os emails pessoais. O dia passou voando. Livrinho indicado por Belita pela metade. Cheguei em casa só o pó. Sem coragem nem pra jantar. Deixando de estudar pra aula de francês pra postar aqui e dar uma espiadinha nos blogs alheios.

Minha cara amanhã quando a professora pedir minha tarefa: Professeur, comment se dit “preguiça” en français?

Ana Paula é a…

No consultório médico

- Bom dia, meu nome é Paula, tenho hora marcada…
- Bom dia, Sra Ana Paula, só um minuto…

Em casa, corrigindo as provas finais de uma turma que esteve comigo por pelo menos 1 semestre. Cabeçalho da prova:

1a prova -
Student: Zeca Pangonildo
Teacher: Ana Paula

2a prova -
Teacher: Ana Paula

3a prova -
Teacher: Ana Paula

4a prova -
Deixei de olhar antes que ficasse p**a de vez e passasse a considerar peso de 1 ponto pra essa “questão”

Chegando em casa depois de um dia daqueles, celular toca, número privado:

- Alô
- Boa noite, eu gostaria de falar com a Sra Paula Blablabli Blabloblo
- É ela.
- Sra Ana Paula, aqui é do cartão Basta da Égua, nós gostaríamos de estar lhe informando que nós estamos iniciando o nosso programa de seguro residencial, blá, blá, blá, blá – e aí segue um discurso de no mínimo 15 minutos ininterruptos, com direito a vários ‘Sra Ana Paula’. Acho que faz parte do treinamento antes de começar a trabalhar em telemarketing o módulo: “Como falar sem parar pra respirar”.
- Meu querido, eu não estou interessada em fazer nenhum seguro.
- Mas Sra Ana Paula, a senhora não está entendendo a importância desse seguro, por apenas 35 reais mensais…
- Ana Paula é a pit que te pitiu!!! Podeixar que se meu apartamento explodir eu uso os 35 reais pra comprar todinho de chocolate e aí fica tudo bem!

Paciência tem limite!!!

Me chame de Josefa, mas não me chame de Ana Paula não, PERAMORDEDEUS!!!

Sessão da Tarde

Eu adoro assistir filme! Passar a tarde com um DVD e um balde de pipoca está entre meus programas preferidos, especialmente se tiver uma chuvinha preguiçosa lá fora (tá, vão me chamar de ‘véia’ como um amigo meu? Fiquem a vontade!). E eu acho que essa mania deve ter começado na época do Sessão da Tarde. Pelo menos até hoje eu adooooro uns filmes que passavam zilhões de vezes e eu nunca cansava de assistir.

A gente tava aqui no trabalho comentado sobre isso e saiu uma lista óteeema de filmes estilo Sessão da Tarde que vale muito a pena assistir de novo.

. Os Goonies – que foi de onde iniciou toda a discussão, uma amiga nossa aqui querendo dar uma de novinha e dizendo que nunca viu esse filme! Yeah, right! Eu acredito, pangonilda! hihihi
. Curtindo a vida adoidado – na minha opinião o melhor de todos! E eu tive vááários days off como o de Ferris! hehe
. De volta para o futuro – e aí vale qualquer um, são todos ótimos.
. Meu primeiro amor – pra mim só presta o primeiro mesmo! E eu chorava horrores toda vez que assistia, não tinha jeito. Abre parênteses só pra dizer que eu adoro filme que me faz chorar, fecha parênteses.
. Quero ser grande – eu sempre pulava do sofá pra acompanhar aquela cena do piano. Óteeema!!!
. Dirty Dancing, Grease, Os embalos de sábado à noite, e a lista continua…

Editando pra dizer que, depois de postar isso aqui, achei um blog muito legal só falando dos filmes da Sessão da Tarde! Tem um montão lá muuuuito bom que eu já até tinha esquecido que existiam. Confiram aqui.

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